As Raças Humanas

A questão das raças humanas é algo que causa um certo desconforto em várias pessoas, e por conta de sua negação e proibição do passado, hoje estamos sem muitos avanços no que diz respeito a esse tipo de assunto. Tudo que temos são antropólogos e biólogos dos séculos XIX e XX que deixaram um amplo registro que hoje servem de fonte de estudos, além de que recentemente conseguimos mais estudos sobre esse tema, estudiosos como Carleton S. Coon, Henri Vallois, Francis Galton e mais recentemente, Svante Pääbo, dentre outros, tem nos garantido material sobre esse tema.

Para a divisão taxonômica presente, estarei levando em conta as classificações de Vallois primordialmente, assim como os avanço atuais no que diz respeito a origem das raças referentes à Pääbo, além de comentários cruzados com a Eugenia de Galton. As Raças Humanas podem ser divididas em grupos pequenos denominados de sub-raças, mas primordialmente em cinco grupos principais: Amerindians, Australoids, Caucasoids, Mongoloids e Negroids (utilizarei os termos em sua grafia anglo-saxônica).

The Five Human Races
Cinco Raças Humanas em seus Respectivos Contextos Culturais

O primeiro grupo é o que reconhecemos como Indígenas, é uma raça muito variada, de tribo em tribo podemos encontrar diferenças taxonômicas. Apresentam no geral uma estatura baixa-média que fica variando de 1,50 m até 1,70 m; tem uma pigmentação amarelada e sempre possuem a prega mongólica bem evidente, cabelos lisos e olhos escuros, também tem corpo endomorfo em sua maioria, surgiram histórias de Esquimós loiros, mas nada confirmado. Sua origem é um mistério, acredita-se que venham de um cruzamento distante de Negroids e Mongoloids que chegaram a América através do estreito de Bering, entretanto isso não se demonstra muito palpável quando observamos os ameríndios do Norte, que possuem traços bem similares aos dos Caucasoids.

O segundo seriam os Aborígenes, Malaios, Polinésios e povos da Oceania, tem diferenças não muito gritantes, mas apresentam sempre uma similaridade, como a pigmentação forte e a presença de pelos pelo corpo (em contrapartida a maioria dos Negroids). Tem uma proporção de altura bem variada, registros de espécimes classificados como Negritos tinham uma altura que variava de 1,40 m até 1,60 m; mas no geral suas alturas ficam entre 1,50 m e 1,60 m. Tem pigmentação forte tanto na pele quanto olho e cabelo que é ondulado e muitas vezes encrespado (aborígenes loiros foram registrados), demonstra presença de barba além dos pelos pelo corpo. Sua origem, assim como os Ameríndios, não é certa, possuem muitos traços distintos que demonstra um potencial ancestral hominídeo diferente do das outras raças.

O terceiro é o que reconhecemos comumente como Brancos ou Europeus, é a raça com maior subdivisões, sendo assim a com maior diversidade, tanto em cores quanto em genética, além de diferenças culturais marcantes. A altura pode variar entre 1,70 m até 1,90 m e em poucas ocasiões atinge ou ultrapassa 2,00 m; A pele é clara (na classificação de Fitzpatrick até o tipo III de pele é considerado como sendo Branco) podendo haver variações de uma sub-raça para outra, cabelos lisos ou ondulados sendo claros assim como os olhos, pode ocorrer de haver pigmentação escura nessas áreas, porém é algo normal, é mais comum ver essa pigmentação clara constante nos Nórdicos, e escurecendo quanto mais se aproxima das bodas do continente Europeu, mas também há exceções nesse subtipo. Os Caucasoids são descendentes do Neanderthal, todas as modificações existentes entre subtipos da raça é por conta da mistura remota com outros hominídeos, também por conta da extensão geográfica dessa raça existe uma variedade maior de tipos.

O quarto tipo reconhecemos como os Amarelos ou Asiáticos, é uma raça extremamente diversa, tem sua extensão desde o Oriente Médio (onde divide espaço com alguns tipos Caucasoids) até o Japão, englobando assim uma grande quantidade de grupos e subgrupos que se dividem, entretanto não cabe aqui fazer a separação de cada um. Tem uma altura variante entre 1,60 m e 1,70 m, entretanto existem alguns que ultrapassam os 2,00 m, por ser a raça em maior numero no planeta, tal feito não é tão raro assim; tem sempre a prega mongólica, cabelos lisos e duros, olhos escuros assim como o cabelo, e mantém uma conservação de formas por conta de poucas vezes miscigenarem, mesmo em países multiculturais costumam se aproximar dos seus semelhantes, provavelmente sendo isso um traço cultural. São descendentes dos Denisovans, um grupo de hominídeos que pensa-se serem uma variante do Neanderthal, porém, mesmo sendo o caso, eles se distanciaram muito na evolução.

O quinto é amplamente conhecido como os Negros ou Africanos, se encontram como uma raça desproporcionalmente diferente, sua altura fica entre 1,60 m e 1,80 m existindo casos que ultrapassam essa medida com uma certa frequência, mas existe também um subtipo específico conhecido como Pigmeus, que varia de 1,30 m até 1,50 m no máximo. A pigmentação é sempre forte, alguns chegam a ficar azulados; os cabelos são encarapinhados ou crespos e escuros tal como os olhos. Sua origem é o Homo Sapiens, que sempre é afirmado como o ancestral comum da ‘raça humana’, se mostrou mais próximo aos Africanos que aos Europeus ou os Asiáticos, e demais grupos.

Human Races
As Cinco Principais Raças Humanas

As diferenças se estendem também para a estrutura óssea, como por exemplo o fato das mulheres terem diferentes quadris e a diferença que chega a ser gritantes nos crânios, demonstram e confirmam ainda mais essa diferença existente. O estudo da craniometria foi abolido e taxado de pseudociência quando começou a demonstrar eficácia na revelação das diferenças humanas, diferenças de atributos como inteligência, comportamento e a simples diferença fenotípica. O que acontece é que a falta de informação leva a tal raciocínio, como o preconceito histórico com o Nacional-Socialismo e a Eugenia, sendo ambos raciocínios encarados como males absolutos e que não podem ser pauta de qualquer discussão por conta do alto teor ‘racista’.

Porém a craniometria ainda é valida, pois costuma classificar as diferentes sub-raças com uma precisão quase absoluta, demonstrando diferenças classificáveis o que potencializa a existência das raças como verídicas. As diferenças também dão suporte à eugenia pois com o advento da miscigenação, muitas características positivas de cada raça se definhavam, como por exemplo a inteligência, e pela diferença de quadris, pode haver complicações com o nascimento e lesões cerebrais quando a criança esta transpassando a vagina.

Ressalvas ainda para a eugenia comumente discutida por Francis Galton, que tinha a ideia de que para a melhoria dos humanos modernos, diferenciar e separar as raças seria bom e saudável, e se observarmos a realidade esse pensamento não se mostrará tão absurdo, claro, podemos enxergar maldade, desgraça e o fim do mundo em tal afirmação. Mas apenas pelo nosso tempo atual, nada na lógica impede esse pensamento de se mostrar verídico, e não estou falando do “embranquecimento” que tentou se aplicar no Brasil e em países de população branca minoritária, pois esse pensamento caiu dentro da própria antropologia ainda na época em que este tema era amplamente discutido.

Existem ainda várias distinções a serem feitas no que diz respeito a cada raça, como sub-raças e características peculiares individuais, não irei me prender a todas, tratarei mais das Raças Brancas doravante pois é ao que o site diz respeito. Diferenças na inteligência, comportamento e diferenças fenotípicas serão abordadas individualmente e detalhadamente, mas para uma introdução considero isso suficiente, é bom ter em vista que o pensamento vigente da inexistência das raças é baseado em um ideal antirracista apenas, sendo “comprovado” com “evidências” fraudulentas, incertas e não científicas. E vale ressaltar: essas diferenças não são maléficas, e sim positivas.

“A ideia de que raça é ‘apenas cor de pele’ é simplesmente falsa.”

-George W. Gill

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